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Terceira e Quarta Pílula

[11/10 22:08] Claudiano doEspíritoSanto: *1000 PILULAS DE FILOSOFIA* *Terceira Pílula* Havíamos terminado a segunda pílula com a mensagem interrogativa da boa música de Chico Buarque, ALMANAQUE, ele indaga no final da música, "por que tudo começou quando tudo acabar?"         Será que houve um começo? Será que haverá um dia um fim? O que é começar e o que é terminar alguma coisa?       Vamos ver o que a Filosofia tem a dizer sobre isso.      A Filosofia pretende resgatar na razão os mistério do mundo e os fenômenos da vida. Diferente da ciência e da religião. A ciência quer resgatar os mistério do mundo, na experiência. A religião por sua vez quer resgatar os mistérios do mundo e os fenômenos da vida, na Fé. Enquanto a Filosofia é especulativa, e vai do geral para o particular a ciência é analítica, ela parte do particular para o geral. Para a ciência só é verdadeiro o que pode ser empiricamente verificável. Quanto a religião que nos fin...
*1000 PÍLULAS DE FILOSOFIA* *Primeira pílula*   Quem já sentiu náusea? mas não qualquer náusea, a náusea por existir, simplesmente existir? Sartre falou sobre isso na "Náusea", premiado romance que toca nesse ponto. No romance Roquetin muda -se para uma cidade imaginária, porém mais heterópica do que utópica, pra escrever um romance sobre um Marquês do séc.XVII, tudo estava certo, justo e perfeito em sua vida. Ele havia chegado ao topo em sua vida, é podia viver sem trabalhar, só com o que já tem guardado. Esse sempre é o perigo maior, quando tudo chega ao topo começa o declínio. E Roquetin na sua solidão confortável em sua casa, feliz por fazer o que sempre almejou, de repente, um dia, por muito pensar, perde todo sentido da existência! Mais que isso, sente uma indigestão com a vida. E agora? Qual será o anti-acido eficaz pra este estado nauseabundo existencial? As mediocridades dos entretenimentos? As fugas do trabalho ou das paixões? A poesia, a filosofia, e a ciencia? ou ...
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  *1000 PÍLULAS DE FILOSOFIA* Primeira pílula    Quem já sentiu náusea?sim, muitas náuseas, mas não qualquer náusea, a náusea por existir, simplesmente existir? Sartre falou sobre isso na "Náusea", premiado romance que toca nesse ponto. No romance Roquetin muda -se para uma cidade imaginária, porém mais heterópica do que utópica, O protagonista muda-se pra lá pra escrever um romance sobre um Marquês do séc.XVII, tudo estava certo, justo e perfeito em sua vida. Esse sempre é o perigo maior, quando tudo chega ao topo começa o declínio. E Roquetin na solidão confortável de sua casa feliz por fazer o que sempre almejou, de repente, por muito pensar, perde todo sentido da existência! Mais que isso, sente uma indigestão com a vida. E agora? Qual será o anti-acido eficaz pra este estado nauseabundo existencial? As mediocridades dos entretenimentos? As fugas do trabalho ou das paixões? A poesia, a filosofia, e a ciencia? ou o ópio das religiões e outros narcóticos? ...